Imposto sobre livros

     Se alguém ainda tem dúvidas sobre a luta do atual governo contra a educação, temos aqui mais uma prova.

     Na segunda parte da reforma tributária enviada ao congresso, o governo calcula uma alíquota de 12% para o setor de livros.

     Paulo Guedes afirma que livros são consumidos pela parcela mais rica da sociedade e que esses têm condições de pagar mais caro, porém, fecha os olhos novamente para a população menos favorecida monetariamente. 

     O mercado literário é protegido pela constituição Federal (artigo 150). E a lei 10.865 de 2004 também garante a isenção de cofins e pis/pasep.

     => Leitura é direito e não privilégio - colocou muito bem a União Brasileira de Escritores (UNE), que fez um manifesto de repúdio a essa cobrança. 

     Sem dúvidas a maior arma da educação são os livros. Para estudar, conhecer, aprender, ensinar e mesmo para o lazer recorremos a eles. Essa proposta é uma nova afronta vergonhosa contra a educação e o povo mais pobre. 

     E claro que quanto menor for nosso número de leitores, maior será o número de analfabetos-politicos no país, possibilitando assim levar a presidências pessoas totalmente despreparadas e sem escrúpulos como o atual presidente.

Red Shailli

Comentários

  1. Adorei o tema, super relevante. Sobretudo neste momento que estamos vivendo no BR

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  2. Infelizmente, um povo sem educação e cultura é mais conveniente para o governo. Muito triste!

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